COMO VIVEM OS CRISTÃOS PRESOS NO IRÃ

Presos por sua fé em Jesus, eles convivem com criminosos, são torturados e saem traumatizados

Como vivem os cristãos presos no Irã Dois cristãos iranianos ex-presos olhando para a foto de outros cristãos perseguidos que estão presos

No Irã, líderes cristãos e membros da igreja são presos com frequência. A maioria deles é cristão ex-muçulmano. Eles se reúnem nas chamadas “igrejas domésticas”, igrejas onde no máximo dez pessoas realizam cultos na casa de um dos membros.

Quando são presos, são submetidos a interrogatórios difíceis de suportar, tanto física quanto emocionalmente. Não é incomum os interrogadores ameaçarem ferir membros de suas famílias ou espalhar mentiras sobre o bem-estar dos presos. Durante o interrogatório, os cristãos são frequentemente mantidos em cela solitária. Eles precisam passar dias inteiros em uma pequena cela sem qualquer contato com o mundo exterior. Essa forma de bloqueio é vista como tortura emocional.

Recentemente, muitos cristãos iranianos receberam sentenças de 8 a 10 anos de prisão. Durante esse período, compartilham a cela com outros detentos, alguns dos quais também são prisioneiros de consciência, mas a maioria deles são criminosos. A violência é comum dentro dessas prisões.

A luta dos cristãos perseguidos que foram presos pela fé não acaba quando são libertados, pois muitos expressam sinais de trauma. Não somente eles, mas os filhos e familiares também podem sofrer traumas. Além dos efeitos psicológicos e físicos da prisão, a fé desses cristãos também pode ser gravemente prejudicada, assim como o desejo de servir o Senhor. Muitas vezes nossos irmãos se sentem esquecidos.

Pedidos de oração:

  • Clame a Deus pela vida de tantos cristãos iranianos que estão presos. Que sejam renovados e fortalecidos pela ação do Espírito Santo.

  • Ore para que após a libertação, todos tenham acesso ao aconselhamento pós-trauma, assim como a família.

  • Interceda pela Igreja Perseguida no Irã, para que fique firme, mesmo enfrentando prisões e injustiças.

  • Fonte:Portas Abertas
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