OS 300 MIL CRISTÃOS PERSEGUIDOS E SECRETOS – Saiba como sobrevive, cresce e se fortalece a Igreja Perseguida da Coreia do Norte

Os 300 mil cristãos perseguidos e secretos  Os cristãos perseguidos norte-coreanos são testemunhos vivos de fidelidade e amor a Jesus

No país que mais uma vez é o número um na Lista Mundial da Perseguição, dezenas de milhares de cristãos estão encarcerados em campos de trabalhos forçados, enquanto outros milhares mantêm a fé em Jesus completamente secreta. No entanto, apesar de tudo, a igreja na Coreia do Norte continua crescendo.

A Portas Abertas estima que haja 300 mil corajosos cristãos no país. Como eles sobrevivem? Nos próximos dias, vamos compartilhar alguns aspectos que mostram como a Igreja Perseguida sobrevive na Coreia do Norte. O convidamos a orar e se envolver com nossos irmãos.

Em primeiro lugar, um cristão perseguido norte-coreano precisa manter a fé em segredo, pois há constante vigilância. As autoridades estão sempre procurando sinais de alguma coisa que possa ameaçar o regime vigente no país. Quem “descobre” cristãos pode até mesmo ser recompensado com uma casa ou emprego melhor.

SOB VIGILÂNCIA CERRADA

Em cada bairro, há um sistema de vigilância chamado Inminban, em que o líder de cada unidade escreve relatórios sobre os moradores. No relatório consta quem entra e sai da casa, se fazem trabalho voluntário, se pintam o retrato dos líderes do país no muro da casa – toda casa tem o retrato, que precisa ser limpo e devidamente pintado.

Toda semana, os norte-coreanos participam de uma sessão de autocrítica em sua comunidade, na qual devem confessar se fizeram algo errado naquela semana. Eles também podem acusar-se uns aos outros por erros cometidos. Geralmente, os amigos combinam entre si de apontar somente ofensas menores uns nos outros.

Com uma vigilância tão cerrada, os cristãos perseguidos da Coreia do Norte devem tomar muito cuidado para manter a fé secreta. Ore por sabedoria, força, graça e renovo da fé de nossos irmãos, para que possam perseverar em meio a tanta opressão e que os outros possam ver suas boas obras e ser atraídos a Jesus.

Fonte: Portas Abertas

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