Trump destina mais de US$ 55 milhões para ajudar cristãos perseguidos no Iraque

A primeira parte da verba já deve ser repassada e faz parte de um total de US$ 75 milhões.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. (Foto: CNN Money)
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. (Foto: CNN Money)

Após o anúncio do vice-presidente Mike Pence em outubro passado, de que o governo dos Estados Unidos proporcionaria ajuda direta aos perseguidos cristãos iraquianos que se esforçavam para reconstruir suas casas após a libertação das Planícies da Nínive, o governo Trump tomou medidas concretas para cumprir suas promessas.

A administração de Trump anunciou que renegociou um acordo com a ONU para garantir que os cristãos vulneráveis, Yazidis e outras minorias religiosas vítimas do Estado Islâmico no Iraque obterão a assistência da ONU, que foi previamente negada a eles.

A administração também anunciou que está aceitando propostas de organizações privadas no Iraque para receber assistência direta do governo dos Estados Unidos para reconstruir a terra ancestral dos cristãos e outras minorias destruídas pelo culto à morte jihadista.

De acordo com um comunicado de imprensa enviado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, a agência assegurou que US$ 55 milhões do seu pagamento de US$ 75 milhões para o Financiamento do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Estabilização no Iraque “atenderão às necessidades das comunidades de minorias religiosas e étnicas vulneráveis” na província de Nínive.

A ‘USAID’ recebeu mais supervisão para assegurar que o financiamento da ONU destinado às minorias seja gasto de forma eficaz.

“O acordo modificado garante que a contribuição dos EUA ajudará as populações de áreas liberadas na província de Níneve a retomarem vidas normais, restaurando serviços como água, eletricidade, esgoto, saúde e educação”, explicou a organização.

O pagamento de US$ 75 milhões é a primeira parcela de um alocamento de US$ 150 milhões designado para ‘FFS’, que foi anunciado pelo embaixador americano no Iraque, Douglas Silliman, em julho do ano passado. De acordo com a ‘USAID’, “o cumprimento do resto desse compromisso dependerá do sucesso em implementar medidas adicionais de responsabilização, transparência e diligência para o FFS”.

Líderes cristãos iraquianos e ativistas de direitos humanos levantaram inúmeras queixas sobre como milhares de minorias perseguidas e deslocadas não estavam recebendo sua justa assistência prometida pelas Nações Unidas para esforços de reconstrução da comunidade.

Em seu anúncio da assistência direta dos EUA às minorias religiosas iraquianas no ano passado, Pence criticou a ONU pelo fato de que os cristãos nas Planícies de Nínive tiveram “menos de 2% de suas necessidades habitacionais supridas e a maioria dos cristãos e Yazidis ainda permanecem em abrigos. “

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

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